18.01.15

Trip Tips: Itália – Capri

Depois de dois dias pela costa, partimos para o nosso destino final da lua de mel: Capri. Por ser uma ilha, a única forma de chegar até lá é de barco (hidrofoil). Compramos os bilhetes para irmos de Positano até a ilha no dia da nossa partida mesmo e o nosso hotel providenciou a descida das malas para a praia. Isso é um detalhe bem importante: como em Positano não dá para acessar a praia de carro (e a maioria dos hotéis fica na parte de cima da costa), vale a pena pagar um serviço de transporte das malas até o local na praia onde se pega o barco. Acho que nós pagamos 5 Euros por mala e eu achei que vale a pena porque ninguém merece descer um milhão de degraus (num calor do cão) puxando mala, né? Confesso que eu fiquei meio preocupada com a minha bagagem porque o sistema de transporte das malas parece meio bagunçado. Os “porters” passam para retirar algumas horas do barco sair e combinam de te entregar uns 15 minutos antes do horário de partida (e eles nem sabem quem você é porque pegam as malas direto com o pessoal do hotel rs). Mas deu tudo certo e nossas malas chegaram sãs e salvas até o barco.

Chegando em Capri, também tivemos que usar o serviço de “porters” para levarem as nossas malas até o hotel. A chegada em Capri é sempre pela Marina Grande, onde ficam todos os barcos de passeio, ferry, etc, e os hotéis e o centrinho ficam na parte alta da ilha. É preciso pegar uma espécie de bondinho chamada Funiculare e depois ir andando até os hotéis porque pelas ruelas centrais só são permitidos os carrinhos que entregam e retiram malas.

Falando um pouco sobre Capri, achei engraçado que a cidade é muito diferente de Positano, apesar da proximidade. Enquanto Positano é um lugar mais simples, Capri é aquele balneário rhyqueza feelings. Na rua central, a via Camerelle, só lojas $$$$, tipo Valentino, Gucci, Alberta Ferretti, Missoni etc… Ou seja, só coisa cara rs. O que eu achei que vale a pena comprar lá em Capri são as rasteirinhas artesanais. São várias lojas espalhadas pela ilha e todas tem sandálias super fofas, mas a que eu mais gostei foi uma chamada Fiori di Capri, que fica na rua da Funiculare, próxima à piazzeta. Algumas fotos que tiramos por lá:

– Piazzeta (pracinha central) e vista ao sair da Funicolare

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– Algumas lojas e restaurantes da via Camerelle. Nessa rua também fica a entrada do Quisisana, o hotel mais famoso ($$$$$$) da Capri:

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– Algumas fotos aleatórias que tiramos por lá:

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Passeios pela Ilha

– Beach Clubs: engraçado que eu não tinha essa noção de que Capri não é um lugar bom (e fácil) para pegar praia. Na verdade, só dá para entrar no mar se você for até um beach club (e eles só funcionam durante o verão) ou se você alugar um barco privado. No hotel, o pessoal nos mostrou como chegar em alguns beach clubs (existem públicos e particulares) mas acabamos optando por fazer o passeio de barco.

– Passeios de Barco: logo que chegamos na Marina Grande, vimos vários anúncios de passeios de barco pela ilha. Acho que todos eles acabam fazendo aquele roteiro basicão, passando pelas grutas verde e azul, Ana Capri e Faraglioni. Você paga uns 15 Euros pelo passeio para ir num esquema excursão, com várias outras pessoas no barco (e aí não dá para entrar na água). A segunda opção é pegar um barco privado e aí o marinheiro pára nos lugares que você pedir, tira fotos e você tem o barco só para você rs. Obviamente que essa segunda opção é bem mais cara, mas, como a gente estava em lua de mel (estar em lua de mel virou desculpa para tudo hahah), preferimos esse esquema. Valeu super a pena porque fizemos o passeio no nosso ritmo e o nosso barqueiro, além de falar inglês super bem, foi super atencioso com a gente. Pelo que eu vi, praticamente todos os hotéis agilizam esse esquema de passeio com barco privado e foi assim que fechamos o nosso.

Algumas fotos que tiramos durante o nosso passeio:

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Restaurantes

– Da Paolino: eu fiquei doida para conhecer esse restaurante depois de ter visto as fotos do casamento da Erica Pelosini. As mesas ficam todas embaixo de pés de limão siciliano, parecia muito incrível. Confesso que não foi tudo o que eu esperava… Eu fiquei decepcionada com duas coisas: primeiro, eu achava que era um lugar pequeno, super romântico, luz de velas, e tal, mas não é rs. O restaurante é bem grande e com uma luz bem clara rs. Segundo, achei a comida ok… Nada uau!, sabem? Mas, como eu disse, se eu não tivesse ido, iria me arrepender. Ah, essencial fazer reserva.

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– Ai Faraglioni: na nossa segunda noite, decidimos sair sem reserva e sentar em alguma restaurante ali no centrinho que parecesse bom. Uma das possibilidades era o Villa Verde, que foi super bem recomendado, mas acabamos não chegando lá. No meio do caminho, gostamos do cardápio e das mesinhas na rua do Ai Faraglioni e decidimos ficar por ali. O ambiente externo é super romântico! Gostamos bastante da comida e fomos super bem atendidos.

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Outros restaurantes que me indicaram ou que aparecem como bem avaliados durante as minhas pesquisas pré viagem:

La Fontelina: Beach Club e Restaurante

Villa Verde: restaurante que fica no centrinho de Capri, perto da via Camerelle

Ahhh, mais uma dica imperdível de Capri é o sorvete do Buonocore. Eles fazem a casquinha na hora e vem quentinha! Eu tomava duas vezes por dia rsrsr.

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Dica de Hotel

Nós ficamos no Hotel La Floridiana e eu gostei bastante dele. É super bem localizado, pertinho da via Camerelle, e o staff é super atencioso e prestativo. O hotel tem uma piscina bacana e um espaço legal para tomar sol, o que é importante já que, como eu disse lá no começo, em Capri a gente acaba ficando mais na piscina do que no mar.

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E acabou-se! Eu amei esse roteiro que a gente fez e achei que foi ótimo para lua de mel! Super recomendo.

Nas próximas semanas, escrevo sobre Dublin e Lisboa, que foram as outras duas viagens que fizemos no final do ano passado.

09.01.15

Trip Tips: Costa Amalfitana (Ravello e Positano)

Depois de dez dias de viagem pela Toscana e Liguria, partimos para a Costa Amalfitana. A Costa Amalfitana é um trecho do litoral da Campânia que é servido por uma estrada costeira (tensa) esculpida, em boa parte, no precipício. Ao longo dessa estrada estão algumas cidades bastante conhecidas, como Amalfi, Sorrento, Ravello e Positano. Nossa ideia inicial era fazer apenas Positano, mas um amigo nos mostrou algumas fotos de Ravello e aí resolvemos passar um dia lá também.

Como chegar: nós devolvemos nosso carro alugado em Firenze e, de lá, fomos de trem para Napoli. Compramos os bilhetes na estação central de Firenze um dia antes para não corrermos risco de ficarmos sem passagens. A viagem Firenze-Napoli é super tranquila e demora um pouco menos de três horas (se não me engano, pagamos 50 euros em cada uma das passagens). Chegando em Napoli, pegamos um táxi na estação de trem até Positano. O preço desse taxi é tabelado e, na época, custou 120 euros. Havia a opção de irmos de barco até lá, mas demoraria bem mais e depois teríamos que pegar um ônibus. Com mala e tudo mais, achamos que o táxi a melhor opção.

O que fazer: Positano é um vilarejo bem pequeno, cheio de lojas de cerâmica e artesanato em geral. O programa mais legal é ir a praia, almoçar por lá e depois ficar andando pelas ruelinhas.

Algumas fotos dos nossos dias em Positano (a maioria eu já tinha postado no meu IG @mariliadiccini)

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Dicas de Restaurante: conhecemos três restaurantes lá e gostamos bastante deles.

– Um é o Al Pallazzo, que fica na área externa do hotel Palazzo Murat, bem no centro do vilarejo. O hotel é maravilhoso e o restaurante é super romântico. Luz de velas, cheio de árvores… bem bacana e com uma comida ótima

– O segundo é o restaurante do Hotel Il San Pietro. Fomos para lá para jantar, com reserva e tudo, mas… o restaurante tinha dress code e o Lucas estava de bermuda, então tínhamos duas opções: 1) ficar no bar do hotel, tomar alguns drinks por lá e depois irmos para outro restaurante ou 2) voltar para o hotel para o marido colocar uma calça hahah. A gente preferiu a primeira opção e foi ótimo porque vimos um pôr do sol INCRÍVEL! Vale super a pena ir conhecer esse hotel, pois, como ele fica bem no alto de Positano, a vista é maravilhosa.

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– Saindo do San Pietro, acabamos indo para o restaurante do Le Sirenuse, que era literalmente ao lado do nosso hotel. Gostamos bastante da comida de lá e o restaurante também tem uma vista daquelas.

 

Como comentei lá em cita, fomos para Ravello também, mas fizemos esquema bate-volta. A gente alugou um carro com o pessoal do nosso hotel para podermos ir para lá (tinha a opção de irmos de ônibus também, mas seria meio perrengue por causa da localização do nosso hotel). Quando vi que a distância entre os dois vilarejos era de uns 30 km achei que chegaríamos super rapidinho, mas foi quase uma hora na estrada porque é impossível passar de 40km/hora. De qualquer forma, valeu super a pena termos ido. Acho que eu gostei até mais de Ravello do que de Positano.

Algumas fotos de Ravello:

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Dica de Hotel: nós ficamos no Hotel L’Ancora e gostamos bastante. Staff super atencioso, hotel bem localizado e quartos excelentes com uma super vista.

Depois desses dois dias pela costa partimos para Capri, nosso último destino nessa viagem delícia.

10.12.14

Trip Tips: Florença

Nossa quarta e última parada na Toscana foi Florença, capital e maior cidade da província (cerca de 300.000 habitantes). Como se tratava de uma cidade um pouco maior, acabamos optando por ficar dois dias lá, mas, mesmo assim, achei que foi pouco tempo. Se pudesse, teria ficado três dias. Acabamos não conseguindo fazer nenhum museu (apesar da cidade toda ser meio que um museu a céu aberto) e eu queria muito ter tido tempo de visitar pelo menos o Uffizzi, que é um dos melhores museus do mundo e acho que o principal quando o assunto é Renascimento. Mas, como eu sempre digo, a falta de tempo para fazer tudo é sempre uma ótima desculpa para voltar.

Como Florença não é enorme e os principais pontos turísticos são relativamente próximos, acabamos fazendo tudo a pé. Além disso, ficamos num hotel super central, o que acabou facilitando bastante nossas andanças por lá.

No primeiro dia, fizemos a seguinte sequência:

Duomo – Piazza della Republica – Piazza della Signoria (onde fica o Palazzo Vecchio e o Uffizzi) – Ponte Vecchio

Aqui vão algumas fotos:DSC_1031 DSC_1033DSC_1045DSC_1047 DSC_1051 DSC_1059 DSC_1061 DSC_1066 DSC_1068 DSC_1088 DSC_1099 DSC_1101 DSC_1108 DSC_1110

No segundo dia, fizemos:

Palazzo Pitti – Piazella Michelangelo (vista incrível da cidade! Foi o meu lugar preferido em Firenze) – Piazza di Santa Maria Novella

E aqui as fotos do segundo dia:DSC_1116 DSC_1130 DSC_1140 DSC_1146 DSC_1164DSC_1173DSC_1169 DSC_1186

De maneira geral, acho que deu para conhecer bem os pontos turísticos da cidade, mas, como eu disse antes, dava para ter ficado mais dias por lá.

Nestes dois dias na cidade, conhecemos três restaurantes, todos super pertinho do nosso hotel:

Buca Lapi: serve a famosa bisteca fiorentina e foi indicação de uma amiga minha. Nós adoramos o restaurante e a comida. Meu marido, que é super carnívoro, disse que foi uma das melhores carnes que ele comeu na vida. Buca Lapi

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– Sostanza: tinha lido sobre esse restaurante no blog da Consuelo Blocker. Ela disse que era um dos favoritos dela na cidade, por isso fui com uma super expectativa e fiquei um pouco decepcionada. Não porque achei o restaurante ruim, mas porque acabei pedindo o prato “errado” rs.Explico o porquê: depois de muitos dias a base de massa, acabei pedindo uma carne e me arrependi, porque o cappelletti do meu marido estava bem melhor do que o meu prato rs. O bacana desse restaurante é que ele é bem local e super simples: o cardápio é escrito a mão, os garçons não falam quase nada de inglês e o pagamento só pode ser feito em dinheiro.    Sostanza

Trattoria 13 Gobbi: outra indicação do site da Consuelo. Eu AMEEEEI esse restaurante. Fica na mesma rua do Sostanza e a comida é maravilhosa. Sem falar que o restaurante é super bonitinho e o atendimento é ótimo. O carro-chefe é o Rigatoni 13 Gobbi (de comer rezando)

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Trattoria 13 Gobbi

Ah, como comentei lá no começo do post, nosso hotel era super bem localizado. Chamava-se Hotel Santa Maria Novella e ficava na praça que leva o mesmo nome. Gostamos bastante dele.

That’s all! No próximo post conto um pouco sobre os nossos dias na Costa Amalfitana <3