05.02.15

Trip Tips: Lisboa

Na primeira semana de dezembro, fizemos nossa última viagem de 2014 por aqui. Estávamos querendo conhecer Portugal há algum tempo, então aproveitamos que lá não faz tanto frio durante o inverno e passamos um final de semana em Lisboa.

Pegamos o voo em Heathrow na sexta-feira por volta das oito da noite e chegamos lá às dez. São duas horas de voo e a parte boa é que não tem diferença de fuso daqui para lá, então fica tudo mais fácil. Como chegamos tarde, fomos direto para o hotel com a ideia de acordarmos bem cedo no sábado.

Nesse post, vou falar sobre o nosso primeiro dia por lá. O plano inicial era fazer Belém (bairro mais afastado) e Sintra (cidadezinha próxima) no sábado e ficar pelo centro de Lisboa (Chiado e Bairro Alto) no domingo, mas acabamos mudando de ideia porque ficamos muito tempo em Belém, então deixamos Sintra para o domingo.

Começamos nosso sábado pela Praça Marquês de Pombal, que é super central e era pertinho do nosso hotel, e fomos descendo até a praça do Comércio. O dia estava simplesmente incrível, com um sol maravilhoso e céu azul sem nenhuma nuvem. Acho que demos muita sorte, porque a temperatura também estava bem gostosa para fazer turismo.

Algumas fotos que tiramos no nosso caminho até a Praça do Comércio:

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De lá, a gente ia pegar um bondinho até Belém, que é um bairro um pouco mais afastado, mas, como já estava meio tarde, pegamos um táxi para ser mais rápido.

Lá em Belém, fizemos a Torre, passamos pelo Padrão dos Descobrimentos e depois pelo Mosteiro dos Jerônimos. Por último, fomos para a Pastelaria da Belém, que é onde são vendidos os melhores pastéis de nata de Lisboa e os únicos que podem ser chamados de pastéis de Belém. Olha, e não é que o tal do pastelzinho é sensacional mesmo?! Eu achava que era balela, mas foi o melhor que eu comi na vida (e olha que eu amo pastel de nata!). Quentinho e com uma casquinha tão crocante que fiquei com água na boca só de lembrar. A pastelaria fica pertinho do Mosteiro dos Jerônimos, é bem grande e eles servem vários salgados também. Confesso que quando entramos e vi que o lugar era enorme e super cheio, achei que o atendimento seria péssimo, mas foi muito bom. Tudo o que comemos estava ótimo e foi um almoço rápido, tipicamente português e baratinho rs.

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Saindo da pastelaria, pegamos um táxi de volta para o centro de Lisboa e fomos para o bairro de Alfama, onde fica o Castelo de São Jorge. Para ser sincera, não achei esse Castelo grandes coisas… Preferia ter usado o tempo que ficamos lá dentro para perambular pelas ruelas de Alfama, que são super bonitinhas (casinhas coloridas e os varais para fora das casa, bem típicos de Portugal). Saindo do Castelo, como já era final de tarde, fomos ver o por do sol num mirador que fica ali pertinho, o Portas do Sol. A vista ali é um espetáculo!

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Depois disso ficamos andando pelo Chiado e Bairro Alto e aí voltamos para o hotel para descansarmos meia horinha antes de sairmos para jantar.

Sobre o jantar, várias pessoas me recomendaram o Cantinho do Avillez, mas tentei fazer a reserva alguns dias antes e não tinha mais nenhuma mesa disponível para sábado. Fiquei com muita vontade de conhecer esse restaurante, porque todo mundo que foi elogiou muuuito. Como não conseguimos lugares lá no Avillez, fiz reserva num restaurante chamado 1300 Taberna, que foi indicação da amiga de uma amiga minha rs. Ele fica um pouco afastado do centro, então é mais fácil ir de táxi. Pelo que eu vi, foi aberto faz pouco tempo e eu achei o restaurante incrível! Amei a comida e o lugar também é muito legal. Ele fica numa antiga fábrica de tecidos chamada LX Factory. Nessa antiga fábrica, que é enooorme (mais de 20 mil metros quadrados), também estão vários outros restaurantes e cafés, lojinhas de designers locais, agências de publicidade, escritórios de arquitetura e outras empresas. Enfim, um lugar bem bacana e moderninho de Lisboa.

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E assim acabou nosso sábado na terrinha!

Ah, apenas para complementar o post, achei que valeria a pena compartilhar dois links:

1) Esse roteirinho é bem bacana para quem quer conhecer os principais pontos turísticos de Lisboa em 1 dia. Eu segui algumas partes dele no sábado: http://www.soulportugal.com/blog/o-que-visitar-em-lisboa-roteiro-dia-1/

2) No blog Viaje na Viagem tem um post bem completo sobre a LX Factory:  http://www.viajenaviagem.com/2014/12/lx-factory-lojas-restaurantes-balada-lisboa

18.01.15

Trip Tips: Itália – Capri

Depois de dois dias pela costa, partimos para o nosso destino final da lua de mel: Capri. Por ser uma ilha, a única forma de chegar até lá é de barco (hidrofoil). Compramos os bilhetes para irmos de Positano até a ilha no dia da nossa partida mesmo e o nosso hotel providenciou a descida das malas para a praia. Isso é um detalhe bem importante: como em Positano não dá para acessar a praia de carro (e a maioria dos hotéis fica na parte de cima da costa), vale a pena pagar um serviço de transporte das malas até o local na praia onde se pega o barco. Acho que nós pagamos 5 Euros por mala e eu achei que vale a pena porque ninguém merece descer um milhão de degraus (num calor do cão) puxando mala, né? Confesso que eu fiquei meio preocupada com a minha bagagem porque o sistema de transporte das malas parece meio bagunçado. Os “porters” passam para retirar algumas horas do barco sair e combinam de te entregar uns 15 minutos antes do horário de partida (e eles nem sabem quem você é porque pegam as malas direto com o pessoal do hotel rs). Mas deu tudo certo e nossas malas chegaram sãs e salvas até o barco.

Chegando em Capri, também tivemos que usar o serviço de “porters” para levarem as nossas malas até o hotel. A chegada em Capri é sempre pela Marina Grande, onde ficam todos os barcos de passeio, ferry, etc, e os hotéis e o centrinho ficam na parte alta da ilha. É preciso pegar uma espécie de bondinho chamada Funiculare e depois ir andando até os hotéis porque pelas ruelas centrais só são permitidos os carrinhos que entregam e retiram malas.

Falando um pouco sobre Capri, achei engraçado que a cidade é muito diferente de Positano, apesar da proximidade. Enquanto Positano é um lugar mais simples, Capri é aquele balneário rhyqueza feelings. Na rua central, a via Camerelle, só lojas $$$$, tipo Valentino, Gucci, Alberta Ferretti, Missoni etc… Ou seja, só coisa cara rs. O que eu achei que vale a pena comprar lá em Capri são as rasteirinhas artesanais. São várias lojas espalhadas pela ilha e todas tem sandálias super fofas, mas a que eu mais gostei foi uma chamada Fiori di Capri, que fica na rua da Funiculare, próxima à piazzeta. Algumas fotos que tiramos por lá:

– Piazzeta (pracinha central) e vista ao sair da Funicolare

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– Algumas lojas e restaurantes da via Camerelle. Nessa rua também fica a entrada do Quisisana, o hotel mais famoso ($$$$$$) da Capri:

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– Algumas fotos aleatórias que tiramos por lá:

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Passeios pela Ilha

– Beach Clubs: engraçado que eu não tinha essa noção de que Capri não é um lugar bom (e fácil) para pegar praia. Na verdade, só dá para entrar no mar se você for até um beach club (e eles só funcionam durante o verão) ou se você alugar um barco privado. No hotel, o pessoal nos mostrou como chegar em alguns beach clubs (existem públicos e particulares) mas acabamos optando por fazer o passeio de barco.

– Passeios de Barco: logo que chegamos na Marina Grande, vimos vários anúncios de passeios de barco pela ilha. Acho que todos eles acabam fazendo aquele roteiro basicão, passando pelas grutas verde e azul, Ana Capri e Faraglioni. Você paga uns 15 Euros pelo passeio para ir num esquema excursão, com várias outras pessoas no barco (e aí não dá para entrar na água). A segunda opção é pegar um barco privado e aí o marinheiro pára nos lugares que você pedir, tira fotos e você tem o barco só para você rs. Obviamente que essa segunda opção é bem mais cara, mas, como a gente estava em lua de mel (estar em lua de mel virou desculpa para tudo hahah), preferimos esse esquema. Valeu super a pena porque fizemos o passeio no nosso ritmo e o nosso barqueiro, além de falar inglês super bem, foi super atencioso com a gente. Pelo que eu vi, praticamente todos os hotéis agilizam esse esquema de passeio com barco privado e foi assim que fechamos o nosso.

Algumas fotos que tiramos durante o nosso passeio:

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Restaurantes

– Da Paolino: eu fiquei doida para conhecer esse restaurante depois de ter visto as fotos do casamento da Erica Pelosini. As mesas ficam todas embaixo de pés de limão siciliano, parecia muito incrível. Confesso que não foi tudo o que eu esperava… Eu fiquei decepcionada com duas coisas: primeiro, eu achava que era um lugar pequeno, super romântico, luz de velas, e tal, mas não é rs. O restaurante é bem grande e com uma luz bem clara rs. Segundo, achei a comida ok… Nada uau!, sabem? Mas, como eu disse, se eu não tivesse ido, iria me arrepender. Ah, essencial fazer reserva.

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– Ai Faraglioni: na nossa segunda noite, decidimos sair sem reserva e sentar em alguma restaurante ali no centrinho que parecesse bom. Uma das possibilidades era o Villa Verde, que foi super bem recomendado, mas acabamos não chegando lá. No meio do caminho, gostamos do cardápio e das mesinhas na rua do Ai Faraglioni e decidimos ficar por ali. O ambiente externo é super romântico! Gostamos bastante da comida e fomos super bem atendidos.

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Outros restaurantes que me indicaram ou que aparecem como bem avaliados durante as minhas pesquisas pré viagem:

La Fontelina: Beach Club e Restaurante

Villa Verde: restaurante que fica no centrinho de Capri, perto da via Camerelle

Ahhh, mais uma dica imperdível de Capri é o sorvete do Buonocore. Eles fazem a casquinha na hora e vem quentinha! Eu tomava duas vezes por dia rsrsr.

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Dica de Hotel

Nós ficamos no Hotel La Floridiana e eu gostei bastante dele. É super bem localizado, pertinho da via Camerelle, e o staff é super atencioso e prestativo. O hotel tem uma piscina bacana e um espaço legal para tomar sol, o que é importante já que, como eu disse lá no começo, em Capri a gente acaba ficando mais na piscina do que no mar.

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E acabou-se! Eu amei esse roteiro que a gente fez e achei que foi ótimo para lua de mel! Super recomendo.

Nas próximas semanas, escrevo sobre Dublin e Lisboa, que foram as outras duas viagens que fizemos no final do ano passado.

09.01.15

Trip Tips: Costa Amalfitana (Ravello e Positano)

Depois de dez dias de viagem pela Toscana e Liguria, partimos para a Costa Amalfitana. A Costa Amalfitana é um trecho do litoral da Campânia que é servido por uma estrada costeira (tensa) esculpida, em boa parte, no precipício. Ao longo dessa estrada estão algumas cidades bastante conhecidas, como Amalfi, Sorrento, Ravello e Positano. Nossa ideia inicial era fazer apenas Positano, mas um amigo nos mostrou algumas fotos de Ravello e aí resolvemos passar um dia lá também.

Como chegar: nós devolvemos nosso carro alugado em Firenze e, de lá, fomos de trem para Napoli. Compramos os bilhetes na estação central de Firenze um dia antes para não corrermos risco de ficarmos sem passagens. A viagem Firenze-Napoli é super tranquila e demora um pouco menos de três horas (se não me engano, pagamos 50 euros em cada uma das passagens). Chegando em Napoli, pegamos um táxi na estação de trem até Positano. O preço desse taxi é tabelado e, na época, custou 120 euros. Havia a opção de irmos de barco até lá, mas demoraria bem mais e depois teríamos que pegar um ônibus. Com mala e tudo mais, achamos que o táxi a melhor opção.

O que fazer: Positano é um vilarejo bem pequeno, cheio de lojas de cerâmica e artesanato em geral. O programa mais legal é ir a praia, almoçar por lá e depois ficar andando pelas ruelinhas.

Algumas fotos dos nossos dias em Positano (a maioria eu já tinha postado no meu IG @mariliadiccini)

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Dicas de Restaurante: conhecemos três restaurantes lá e gostamos bastante deles.

– Um é o Al Pallazzo, que fica na área externa do hotel Palazzo Murat, bem no centro do vilarejo. O hotel é maravilhoso e o restaurante é super romântico. Luz de velas, cheio de árvores… bem bacana e com uma comida ótima

– O segundo é o restaurante do Hotel Il San Pietro. Fomos para lá para jantar, com reserva e tudo, mas… o restaurante tinha dress code e o Lucas estava de bermuda, então tínhamos duas opções: 1) ficar no bar do hotel, tomar alguns drinks por lá e depois irmos para outro restaurante ou 2) voltar para o hotel para o marido colocar uma calça hahah. A gente preferiu a primeira opção e foi ótimo porque vimos um pôr do sol INCRÍVEL! Vale super a pena ir conhecer esse hotel, pois, como ele fica bem no alto de Positano, a vista é maravilhosa.

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– Saindo do San Pietro, acabamos indo para o restaurante do Le Sirenuse, que era literalmente ao lado do nosso hotel. Gostamos bastante da comida de lá e o restaurante também tem uma vista daquelas.

 

Como comentei lá em cita, fomos para Ravello também, mas fizemos esquema bate-volta. A gente alugou um carro com o pessoal do nosso hotel para podermos ir para lá (tinha a opção de irmos de ônibus também, mas seria meio perrengue por causa da localização do nosso hotel). Quando vi que a distância entre os dois vilarejos era de uns 30 km achei que chegaríamos super rapidinho, mas foi quase uma hora na estrada porque é impossível passar de 40km/hora. De qualquer forma, valeu super a pena termos ido. Acho que eu gostei até mais de Ravello do que de Positano.

Algumas fotos de Ravello:

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Dica de Hotel: nós ficamos no Hotel L’Ancora e gostamos bastante. Staff super atencioso, hotel bem localizado e quartos excelentes com uma super vista.

Depois desses dois dias pela costa partimos para Capri, nosso último destino nessa viagem delícia.